Comemorações Do Dia Mundial do Teatro


.

Reportagem: A menina da Pena


.

Em minha opinião, a reportagem estava bastante interessante, pelo facto da criança saber muito bem do que falava, demonstra ser uma criança empenhada e esforçada para com a sua família e os seus hábitos. As pessoas daquela aldeia têm uma experiencia de vida completamente diferente das pessoas da cidade tanto em termo de linguagem como de comportamentos. Tal como a menina mencionou na reportagem a sua alimentação e os seus costumes não são nada parecidos com os meninos que moram na cidade.
Em síntese, eu própria não me importava de viver em uma aldeia porque adoro campo e ar puro.


http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=20716&e_id=&c_id=1&dif=tv&dataP=2009-03-04

Dinis e a cidade Mágica


.


Era uma vez um menino ruivo que passeava de trotinete pela estrada a fora. Começou a chover e teve de voltar para casa. Pelo caminho, esbarrou numa pequena menina que estava a passear o cão e tinha um gancho rosa nos seus belos cabelos castanhos. Pasmado, ficou a olhar para aquela linda menina, de olhos verdes e de pele lisa, macia como seda. Envergonhado, aproximou-se da menina e gaguejando, perguntou o seu nome:
- Co-co-co-co como te chamas?!
- Júlia. E tu?
- D-D-Dinis.
- Prazer. Não precisas estar envergonhado. Não te faço mal.
- E-e-eu sei. Mas estou embaraçado po-po-porque nunca vi me-menina t-t-t-tão bela como t-t-t-tu.
- Não digas isso, que assim também fico embaraçada.
- Bem, teenho de ir. É melhor ires para casa, não quero que fiques doente.
Pisco-lhe o olho e continuou o seu caminho para casa. Quando chegou, aquela nuvem negra e carregada desapareceu. Ao entrar em casa, sentiu aquele cheiro de frango assado, empinou a cabeça, fechou os olhos e inspirou aquele delicioso cheiro e disse:
- MMMMMMM, que cheirinho!
- Filho, vem para a mesa. O almoço está pronto!
- Sim mãe. Vou só lavar as mãos. Não vejo a hora de devorar essa bela e deliciosa carne.
Foi lavar as mãos e foi para a cozinha. Sua mãe estava tirando a panela do fogão e pondo na mesa. Dinis sentou-se e atacou logo o frango. A mãe disse para ele comer a salada, mas ele disse que não lhe apetecia.
- Oh filho, então? A salada também e para comer. Não posso deixar que estrague.
- Mas mãe, não me apetece agora.
- Vá, só um bocadinho.
- Mmm, ok mãe. Mas não como tomate. Sabes que não gosto muito.
- Pois, eu sei. Mas faz bem Dinis.
- Sim, eu sei Dona minha mãe.
Já satisfeito, dirigiu-se para o seu quarto, pegou num livro e ficou a conhecer o que era um planeta. Estava tão entretido mas a mãe chamou-o e disse que estava na hora de estudar um pouquinho. Dinis, pegou no lápis e nos seus apontamentos e começou a estudar. Passadas duas horas, Dinis foi jantar. Estava um convidado na sala, amigo do seu pai. Perguntou quem era e seu pai disse que era um velho amigo, e que era estrangeiro. Conversaram afrente da lareira, divertiram-se, e o pequeno Dinis teve de ir dormir, porque amanhã ele ia ter um dia cheio de surpresas e fantasias.
Dia seguinte, o menino acorda bem cedo e alegre, desce as escadas a correr, toma seu pequeno-almoço e vai apanhar o autocarro de melão para a casa do seu amigo. Passaram-se horas e horas, até que chegou ao destino pretendido. Saiu do autocarro, deixou cair suas malas e ficou de boca aberta ao ver todo aquele mundo de fantasia. Sabem quem era seu amigo? O Pinóquio. Levou-o a passear pela chuva de brinquedos, histórias e diversão que o deixou muito encantado. Nesse dia da sua chegada, o Pinóquio e os seus amigos preparam um festival de arromba! Com muita musica, comida, surpresas. Viajou pelo festival, numa mágica caixa de fósforos.
A caixa parou e o perguntaram ao Dinis o que ele queria comer. O pequeno sem hesitar, diz que quer um grande cachorro quente. Depois de comer, viajou para uma sala escura com um grande fantasma a seu lado direito e uma linda estrela no seu lado esquerdo. Metia cá um medo! – Mas de repente, ele começa a ver uma luz forte a surgir à sua frente, e dá-se um relâmpago e puuuuff! Entramos em casa de um duende.

Ao entrarem em casa do duende, Dinis reparou que tinha de tocar á campainha, campainha esta que tinha a forma de um grande dedo de plástico. Viu também que a casa tinha um aspecto triste que o próprio menino lhe chamaria de uma casa pobre comparativamente com a classe rica.
O menino passou portas e portas até que encontrou o duende sentado no sofá.
- Quem sois vós? Para me vires incomodar deve ser um assunto de tamanha urgência!
- Sou o Dinis, moro em Lisboa, disseram-me onde estavas e que eras um duende muito simpático e quis conhecer-te.
- Quem te disse tal coisa?
- O Pinóquio.
- O queeeeeeeeeeee? Vós conheceis o Pinóquio?
- Sim, porque tanta admiração?
- Por nada meu caro menino, você deve ser mesmo muito divertido para conhecer o Pinóquio e este dizer-lhe o que disse de minha pessoa!
Então o menino muito feliz com o que ouvia do duende sentou-se no sofá e conversaram durante a tarde toda.
Por final, o menino chegando a casa já muito cansado deita-se na sua nobre cama e faz um belo sono.




FIM

Aula de E.C.D.M do dia 2 de Março


.


Do meu ponto de vista, a aula de E.C.D.M foi bastante divertida e engraçada!
A professora incentivou-nos bastante ao mostrar um livro com variados desenhos que podemos aplicar na cara, nas mãos e nos pés.
No dia 27 de Março vamos desenvolver um projecto dirigido pela câmara municipal de Setúbal, no largo do Bocage. Nesse projecto é suposto irmos pintar os menino(a)s do infantário que lá aparecem e querem ser pintados. Acho que vai ser bastante divertido.
Tentei fazer um desenho na mão de uma colega mas não me saiu muito bem, tenho de voltar a tentar e tentar e tentar até conseguir algo de jeito.
A professora fez-me uma borboleta na cara que ficou muito giro.

Voluntariado


.

Tal como a professora Fátima Campos disse em um comentário no meu blog, estou a fazer voluntariado com a Nabila nas Irmãs de Calcutá e tenho-me esquecido mencionar no meu blog. Vou aos fins-de-semana pela manhã e em alguns dias das ferias o dia inteiro ou de manhã também. Gosto bastante de lá estas, ajudo as irmãs quando precisam e estou com as crianças. Na hora do almoço, ás mais pequenas, costumo dar-lhes de comer. Gosto imenso de lá estar.

Balanço semanal de dia 23 de Fevereiro a dia 2 de Março


.


Felizmente, houve umas mini-feriazinhas que deu para descansar um pouco e organizar alguns trabalhos. Vamos começar esta semana a pesquisar e acho realizar o trabalho em expressão plástica de kid's guernica que pelo que estou a ver, na disciplina de área de integração, é um trabalho bastante interessante para se pensar e realizar no âmbito das duas disciplinas em questão.

Balanço semanal de dia 16 a dia 23 de Feveiro


.


Balanço semanal, em minha opinião, positiva. Não tenho nada a dizer durante esta semana. Temos bastantes trabalhos para entregar e apresentar, tais como: sociologia, psicologia, Saúde infantil, Inglês e Português.

wiki do curso Apoio a Infância


.

http://ebocage.pbwiki.com/

Descoberta da escrita


.


http://sitio.dgidc.min-edu.pt/recursos/Lists/Repositrio%20Recursos2/Attachments/778/A_Descoberta_da_Escrita.pdf

Balanço semanal de dia 9 a dia 16 de Fevereiro


.


Considero uma semana igual as outras, calma.
O que mais me cativou foi a segunda-feira, dia 16 de Fevereiro, pela parte da manhã apresentei o livro "Sinto Muito" em Português, livro que ouvi a própria professora falar bastante bem acerca dele, começando-me a despertar muito interesse lê-lo. Depois de ler algumas historias expressas nele comecei a criar um interesse ainda maior, pois o livro entusiasma bastante é um livro muito bonito e verídico do próprio autor. Á tarde, a turma foi a uma palestra no auditório da escola, sobre primeiros socorros, em que vamos receber certificado de ter lá estado 3horas, gostei muito, a palestra interessou-me tanto que no dia seguinte telefonei para a cruz vermelha para perguntar como são os cursos de socorrista e se poderia aderir.

Poem


.


You´re my beautiful boy
I love your eyes
You´re the inspiration of my life
You´re the fire that heart

If one day the World finishes
I want to die with you

You´re my life
You´re my dream
You´re everything i need to live

Balanço semanal de dia 2 a dia 9 de fevereiro


.


Durante esta semana as coisas tem sido calmas, poucos trabalhos e sem testes. Fizemos, finalmente, a apresentação das peças de ECDM e a pessoa que fazia o teatro comigo por motivos de doença faltou, então eu e uma colega fizemos um pequeno teatro um bocado inventado á pressão mas que ficou muito giro até, podendo-me assim a professora avaliar.

Balanço semanal de dia 16 de Janeiro a dia 2 de Fevereiro


.


Foi uma semana com um balanço, a meu ver, razoável. Em psicologia estamos a organizar um trabalho de grupo em que o tema escolhido pelo meu grupo é: " infância" - dos 0-5 anos. O tema agrada-me bastante pois a idade entre os 0 aos 5 anos é uma coisa em que gosto de trabalhar, lidar e pesquisar. Temos já muitas ideias para o trabalho. Já as começamos a aplicar para dar inicio ao desenvolvimento do trabalho.
Ontem, na aula de ECDM, a professora quis fazer uma avaliação por alto ás personagens que vamos interpretar para o teatro de fim do modulo.


.

Duas Estrelas              


.


A estrela que está no céu
Pôs-se um dia a voar
Viu outra estrela nas ondas
Era a estrela do mar
 
As duas estrelas se olharam
E ficaram encantadas
Juntas nadaram, voaram
Duas estrelas apaixonadas
 
E ao darem o primeiro beijo
Tornaram-se uma estrela cadente
Se a vires, pede um desejo
Como faz tanta gente
 
Pedro Farinha

As crianças mal amadas


.


 
As crianças mal amadas
Têm os olhos
Da cor da noite
E uma nuvem
No lugar do coração.
As crianças mal amadas
Gostam dos recontos
E dos desencantos
Da solidão.
Não têm amigos
Conversam com os dedos
Não estragam brinquedos
E têm segredos
Adormecem com medo
Do Bicho Papão.
 
Maria João Domingos

A Boneca Dorme


.


A boneca dorme
No seu berço d'oiro!
Dorme, dorme
Sonha, sonha - ó!

A vaca


.


Sou a vaca que dá leite
E pasto a erva bem verde
Natas, manteiga e queijo
Tudo a mim o homem deve

A abelhinha


.


Zum, Zum, Zum!
E poisa na flor!
Zumbe, Zumbe é a abelhinha
Faz o mel, leva à rainha
Zum, Zum, Zum!
E poisa na flor

Olha além um rato


.


Olha além um rato
Um olho aqui
Outro no mato

Olha além um gato
Um olho aqui
Outro no sapato

Formiga


.


Pelo muro acima vai uma formiga
Com uma mão na testa e outra na barriga
Pelo muro abaixo vai um escaravelho
Com uma mão na barriga e outra no joelho

A chuver


.


A chover
A trovejar
E as bruxas
A dançar

A chover
A fazer sol
As bruxas
A comer pão mole

A Fortuna e o Moço


.


Diz um conto, que jazia
Sôbola borda dum poço,
Cheio e fundo em demasia,
Onde com párvoa ousadia
Quis dormir a sesta um Moço.
Nisto, a Fortuna passou:
E vendo o que ali se azava,
Foi-se ao Moço, e o acordou;
Deu-lhe muito, ele gritou;
Ela dava, ele gritava.
Porque (diz) com tão mortais
Golpes me tratas assim?
Ela responde (e dá mais):
Porque errais; e do que errais,
Me pondes a culpa a mim.
Quer no mar e quer na terra,
Buscais o risco por cama,
Trocais a paz pela guerra;
Então, se o apetite erra,
A Fortuna é quem se infama

A Formiga e a Cigarra


.


O trigo, que juntou no seco
Estio Solícita a Formiga assoalhava,
Dês que o bosque deixou de ser sombrio.
A Cigarra importuna, que passava
Acaso por ali morta de fome,
Que lhe emprestasse dele, lhe rogava.
A fim que da resposta aviso tome,
Perguntou-lhe a Formiga, em que gastara
O tempo, em que se colhe o que se come?
A Cigarra lhe disse, que cantara,
Bem fora de cuidar poder cair
Naquela grande falta, em que se achara.
Começou a Formiga então de rir,
Dizendo: – Amiga, pois no Verão cantas,
Podes bailar no Inverno, e não pedir.

O lobo e a Ovelha


.


Uma vez um lobo encontrou uma ovelha, que andava a pascer,
e disse-lhe:

– Ó ovelha! eu como-te.

Respondeu a ovelha:
– Pois sobe ali para cima, que eu entretanto vou pascendo,
e depois entro-te lá mesmo pela boca dentro.

O lobo subiu para o alto do monte e esperou. A ovelha
assim que viu o lobo longe, fugiu. O lobo começou a
correr atrás dela, e como a não pudesse agarrar, disse:

Eu, que sou lobinho-cão

Nunca corri tanto em vão.

Respondeu a ovelha:

Eu, que sou ovelhinha ruça,

Nunca corri tanto de escaramuça.